espirito de luta

gettyimages 8mb site

 

 

 

Conheça, inspire-se e encontre forças para si ou para alguém que conheça, em histórias de mulheres que, como tantas outras, enfrentaram o cancro de mama. Mulheres com espírito de luta, que, com a sua força de vontade e determinação, lutaram e venceram.

 

 

 

 

 N.V. - 45 anos, casada, assistente administrativa, cancro da mama em 2005

Tudo começou no Verão de 2004, em Setembro, tinha eu deixado de exercer funções de auxiliar de acção educativa para passar a exercer funções de assistente administrativa, uma meta há tanto tempo esperada e, só agora alcançada. Meia dúzia de dias depois de passar a euforia da minha nova categoria e, ainda em estado de estágio, uma sombra começa a pairar sobre a minha cabeça.
Comecei a sentir uma sensibilidade estranha no bico da mama direita, previdente como sempre fui, dirigi-me à médica de família, expliquei-lhe os meus sintomas e o drama que estava a passar-se com a minha tia naquele momento que, se encontrava a fazer tratamento de quimioterapia e na minha casa pois, sendo ela uma pessoa sozinha eu e a minha família fizemos questão de lhe dar todo o apoio. 


D.F. - 25 anos, solteira, psicóloga, cancro da mama em 2007

Em Março de 2007 começa a história que mudou a minha vida para sempre.  Certo dia senti uma dor suave da mama para a axila e na apalpação descobri um nódulo na mama esquerda. Pensei “ oh, é um quisto ”, contudo aquele papo parecia-me diferente dos outros, então, não perdendo tempo, procurei imediatamente o médico de família. Fiz uma ecografia e o resultado não foi esclarecedor, como não sabiam muito bem do que se tratava, fui encaminhada para consulta externa no Hospital São João.
Texto completo (pdf)

 R.R. - 60 anos, doméstica, cancro da mama em 2003

Tudo começou no dia 11 de Agosto de 2003... Quando acabei de tomar o meu banho notei algo de anormal no meu seio direito. Chamei-lhe um nódulo como podia ter chamado outra coisa. Naquele dia nada disse à família, embora no dia seguinte tratasse logo de pedir um P1 para saber o que na realidade me tinha aparecido no seio. Texto completo (pdf)


I.C. - 27 anos, casada, cancro da mama em 2007
Tenho 27 anos e estou, neste momento, a terminar uma fase difícil da minha vida. Há sete meses foi-me diagnosticado um cancro na mama. Tinha casado há pouco menos de um ano e o meu marido estava a trabalhar nos Açores. Como qualquer outra pessoa, recebi a notícia e entrei em choque. E a pergunta não tardou a surgir na minha cabeça: Porquê eu? E, ao mesmo tempo, perante o desespero e impotência dos meus familiares, a resposta veio de imediato: Ainda bem que sou eu!
Texto completo (pdf)

I.D. - 52 anos, casada, profissional de seguros, cancro da mama em 2005
Sou profissional de seguros e há cerco de pouco mais de três anos, aos 49, ao fazer o habitual check-up, que a minha Seguradora proporciona aos seus trabalhadores, foi-me detectado um nódulo no seio direito. Imediatemente fiz uma biopsia que veio a confirmar que o nódulo era maligno e que seria necessário retirar o seio. 
Texto completo (pdf) 


P.R. - 37 anos, casada e mãe de 2 meninas, cancro da mama em 2005

O ano de 2005 foi dos piores da minha vida. Em 2004, par além de ter o meu emprego normal como escriturária ainda acumulava um part-time aos fins de semana como caixa de hipermercado; mantive estes dois empregos ao longo de 7 meses e como tal associava a dor na minha mama esquerda (tipo umas fisgadas...como se estivessem a espetar algo) ao stress, excesso de trabalho. 
Texto completo (pdf) 

I.B. – 41 anos, casada, gestora, cancro da mama em 2006
A minha história é mais uma história real, vivida na 1ª pessoa, de uma mulher igual a tantas outras, que enfrentam ou já enfrentaram o cancro da mama, que até final de 2005 pertencia ao grupo das mulheres privilegiadas, com uma vida familiar estável...
Texto completo (pdf)


M.A.A. - 57 anos, casada, professora universitária, cancro da mama em 2007.
Faz hoje um mês que fiz o último tratamento de quimioterapia. Quer este quer o penúltimo foram muito duros. Não pelo facto de estar quatro horas no hospital com um cateter espetado no braço. Isso é o que menos custa. Sempre levei a minha música, o meu computador, a minha internet e tudo isso ajuda a que o tempo passe. O problema são os dias que se seguem. Texto completo (pdf)

 
Voltar
 
 
Aviso: A informação contida neste site é necessariamente de carácter geral e não constitui nem dispensa uma consulta médica apropriada.